Após 30 Anos De ‘Propinas’ Planalto Esqueceu A Integridade E A HONRADEZ

Como um FURACÃO, a voz da HONRA, da Dignidade, da Coragem e o do Patriotismo, nocauteia Políticos Corruptos e Ministros ‘que devem’

….Apoio da Força é UNÂNIME, fora uma ovelha desgarrada no GSI….
.
Ao contrário do que diz a imprensa e articulistas que não sabem para onde correm, o apoio a MOURÃO na Tropa é total, tendo como única ‘ovelha convenientemente desgarrada’, a do Gen. que ambiciona o lugar de Villas Bôas, hoje acantonado no Planalto protegendo Temer ‘et caterva’.
.
Ele disse o que tinha de ser dito, e que poucos como ele tem MORAL para falar.
.
A seguir a última VERSÃO do caso pelas palavras do ESTADÃO – que ainda deve guardar as “RECEITAS de BOLO de MASSA PODRE” de mais cinco décadas.
.
“” Jungmann convoca comandante do Exército para ouvir explicações sobre fala de general””
.
Pelo Regulamento Disciplinar do Exército, Mourão pode ser punido por dar declarações de cunho político, sem autorização de seu superior hierárquico.
.
Tânia Monteiro, O Estado de S.Paulo
18 09 2017 | 21h06
.
Diante da repercussão negativa das declarações do general da ativa Antonio Hamilton Martins Mourão que, na última sexta-feira, 15, em palestra, defendeu a possibilidade de intervenção militar, diante crise enfrentada pelo País, caso a situação não seja resolvida pelas próprias instituições, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, convocou o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, para pedir explicações em relação às declarações do militar, para “orientá-lo quanto às providências a serem tomadas”.
.
Jungmann, em nota, no entanto, não explica que providências poderão ser tomadas. No fim de semana, ao tomar conhecimento do ocorrido, Jungmann relatou o fato ao presidente Michel Temer e avisou que deixou nas mãos do comandante a decisão sobre como conduzir o caso.
.
O general Villas Bôas, depois de ouvir as explicações do contexto da fala do general, que já protagonizou outro problema político em outubro de 2015, quando criticou o governo e a ex-presidente Dilma Rousseff, disse ao Estado que o problema estava “superado”.
.
Pelo Regulamento Disciplinar do Exército, Mourão pode ser punido por dar declarações de cunho político, sem autorização de seu superior hierárquico. A decisão de tentar abafar o caso, no entanto, parece não ter agradado a Jungmann, que queria algum tipo de sinal de que esse tipo de declaração não pode ser tolerado.
.
O Exército, no entanto, está tentando contornar a situação, para evitar subir a temperatura e criar um problema ainda maior já que Mourão tem uma forte liderança na tropa. Além, de acordo com integrantes do Alto Comando, Mourão está exatamente seis meses de deixar o serviço ativo e é melhor não colocar lenha no fogo, criando um novo problema.
.
Em 2015, por conta das suas declarações, o general Mourão perdeu o Comando Militar do Sul e foi transferido para a Secretaria de Economia e Finanças, um cargo burocrático. Agora, diante da pressão política, Mourão pode ser retirado de sua função, como medida paliativa para que seu gesto não sirva de incentivo a outras manifestações.
.
Mas o assunto ainda está sendo objeto de discussão porque há quem entenda que puni-lo, de alguma forma, poderia levar a uma leva de solidariedade, criando um clima político considerado “desnecessário”, neste momento, transformando a Força em vidraça.
.
A fala de Mourão, desagradou integrantes do Alto Comando que consideram que o pronunciamento “inoportuno” e que ele trouxe para os quartéis um problema que não é da classe militar, criando uma verdadeira “saia justa” para ele e para o comandante.
.
Em nota, o ministro Raul Jungmann afirmou que “as Forças Armadas estão absolutamente subordinadas aos princípios constitucionais, à democracia, ao estado de direito e ao respeito aos Poderes constituídos”. O ministro acrescenta ainda que “há um clima de absoluta tranquilidade e observância aos princípios de disciplina e hierarquia constitutivos das Forças Armadas, que são um ativo democrático de nosso País”.
.
O comandante do Exército, general Villas Bôas, segundo a nota da Defesa, estava em tratamento em São Paulo, quando foi “convocado” pelo ministro Jungmann “para esclarecer dos fatos relativos a pronunciamento de membro do Alto Comando do Exército e orientá-lo quanto às providências a serem tomadas”.

 

VIA: AQUI NÃO

 

     

Gostou? Compartilhe!

  • 3.1K
    Shares