Às vésperas do Natal, ministros criam ‘confusão’ e não se entendem no Supremo

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Situação vexatória ocorreu há poucos dias do recesso do Poder Judiciário e permeou a realidade do Supremo Tribunal Federal (STF).

 

Às vésperas do Natal, restando poucos dias para o início do recesso do poder Judiciário, a mais alta Corte de Justiça do país; o Supremo Tribunal Federal (STF), acabou enfrentando uma situação extremamente complicada e constrangedora, já que alguns dos ministros da Corte não se entendem e “batem cabeça”, em relação à decisões consideradas de alta relevância que podem ocasionar grandes mudanças e mexer literalmente, com a vida das pessoas e com os rumos do país.

 

Entretanto, vale ressaltar que um dos integrantes da Suprema Corte acabou se tornando um dos principais alvos, senão o principal, por outros membros, ao ser “bombardeado” por intensas críticas por parte de seus pares, como também, por parte de enorme repercussão nas redes sociais, devido à decisões monocráticas que culminaram na soltura de acusados em crimes de Corrupção perante à Justiça, já que trata-se de autoridades que praticaram rombos aos cofres públicos, os chamados crimes de “colarinho branco”.

 

O ministro do Supremo que carrega a maior parte dessas críticas, por suas ações questionáveis, é Gilmar Mendes, um dos mais “polêmicos” magistrados do Supremo Tribunal Federal (STF).

Ministros do Supremo não se ‘comunicam’
As decisões polêmicas de Gilmar Mendes, nos últimos dias, podem ser citadas, como por exemplo, a conversão para prisão domiciliar de Adriana Ancelmo, esposa do ex-governador do estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral. Vale lembrar que a ex-primeira-dama do Rio foi condenada a mais de 18 anos de prisão, em primeira instância. Além disso, em outra decisão, Mendes suspendeu um inquérito contra o governador do estado do Paraná, Beto Richa, do PSDB.

 

Não somente Gilmar Mendes se tornou alvo de críticas, mas também, o ministro Dias Toffoli, que juntamente com Mendes, rejeitou por “ausência de justa causa”, algumas denúncias apresentadas contra os parlamentares José Guimarães do PT, além de Arthur Lira e Eduardo da Fonte do PP.

 

Além desses deputados, também foi rejeitada denúncia contra o senador Benedito de Lira, do PP. O ministro Luiz Edson Fachin, acabou se tornando voto vencido e uma voz isolada na Turma.

 

Vale lembrar que em menos de 24 horas, as decisões tomadas pelo Supremo Tribunal Federal acabaram abalando de modo exponencial, a ordem jurídica em todo o país. O próprio ministro Ricardo Lewandowski derrubou uma medida que fazia parte dos esforços de ajuste fiscal do governo federal. O magistrado revogou o congelamento de um reajuste destinado a servidores federais para o ano de 2018, além do congelamento do aumento da contribuição previdenciária de 11% para 14% no funcionalismo. De acordo com a opinião expressada pelo ex-ministro do STJ, Gilson Dipp, falta coerência aos ministros da Suprema Corte. O ex-ministro do Superior Tribunal de Justiça foi ainda mais longe, ao considerar que “cada ministro do Supremo Tribunal Federal é uma ilha e eles não se comunicam”. 

Via: blastingnews


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