Assessor de Gleisi Hoffmann é condenado por Sérgio Moro

Gleisi Hoffmann (PT-PR), ré por corrupção em ação penal decorrente da Operação Lava-Jato, acusada por sete delatores do Petrolão de ter recebido dinheiro do esquema criminoso que funcionava na Petrobras e alvo de outras investigações policiais, ao lado do marido, o ex-ministro Paulo Bernardo da Silva (Planejamento e Comunicações), vê o cerco fechar-se em torno de si. Apesar disso, a parlamentar paranaense continua firme em sua empreitada para chegar à presidência do PT.

A difícil e complexa situação de Gleisi piorou nas últimas horas depois que o juiz Sérgio Moro, responsável na primeira instância da Justiça Federal pelos processos da Lava-Jato, condenou o ex-deputado André Vargas Ilário (ex-petista) pelo crime de lavagem de dinheiro.

A pena é de quatro anos e meio de reclusão, inicialmente em regime fechado.

A sentença foi publicada no sistema da Justiça nesta quinta-feira (6). De acordo com a denúncia, André Vargas, Eidilaira Gomes e Leon Vargas Ilário (irmão do ex-vice-presidente da Câmara dos Deputados) teriam adquirido, com recursos provenientes do crime, um imóvel Londrina, no norte do Paraná.

Como se nada representasse o fato de ser ré por corrupção e estar afundando cada vez mais na lama da Lava-Jato, Gleisi continua delirando. Em plena campanha para presidir o partido que, com tantas e boas razões, já foi comparado a uma organização criminosa, a senadora afirmou que “o PT é o partido mais querido do Brasil”.

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