Bolsonaro abre mão de sediar “Evento Climático da ONU” e Brasil economiza R$500 milhões em despesas

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) explicou a decisão do seu futuro chanceler Ernesto Araújo em deixar de sediar a “Conferência Climática Mundial ONU”, evento que traria R$500 milhões em despesas para o Brasil.

Em sua declaração, Bolsonaro também repudiou a forma que o Estadão divulgou a notícia, como se o Chile tivesse ‘ganho’ a possibilidade de sediar o evento, mas quem ganhou – de fato – foi o Brasil, que economizará meio bilhão em gastos.

O futuro chefe de Estado brasileiro ainda ressaltou o fato de que a proximidade da cúpula da ONU poderia forçar o Brasil a seguir o mesmo caminho diplomático de governos anteriores, sem um período de “análise e estudo”, o que é inaceitável em termos de soberania nacional.

Abrimos mão de sediar a Conferência Climática Mundial da ONU pois custaria mais de R$500 milhões ao Brasil e seria realizada em breve, o que poderia constranger o futuro governo a adotar posições que requerem um tempo maior de análise e estudo. O Estadão esnoba o bom jornalismo!

— Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) December 15, 2018