Casamento de luxo é alvo de investigação da Polícia Federal

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O evento ocorreu com recursos ilícitos e donos do grupo Bellini estão sendo investigados.

Um dos esquemas de corrupção mais bombásticos durante o governo do ex-presidente Lula e de Dilma Rousseff vem à tona com o engajamento das investigações da Operação Lava Jato. A Polícia Federal foca em um lema “chave” do governo petista, a respeito de captação de recursos para promover cultura, incluindo shows, livros e palestras. A Lei Rouanet entregava recursos para que produtores pudessem realizar trabalhos artísticos, em troca cumpriam metas do governo para acesso da população mais pobre com determinado tema.

A empresa Grupo Bellini se tornou alvo de denúncias do Ministério Público Federal (MPF) e agora terá que responder por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

A empresa é do ramo de produções culturais e utilizava frequentemente recursos vindos da Lei Rouanet. No entanto, segundo investigações, os recursos vindos do governo eram destinados para uso particular de membros da empresa, até mesmo um Casamento de luxo foi realizado com dinheiro disponibilizado do governo.

 

Antonio Carlos Bellini Amorim é apontado como o chefe de uma grande organização criminosa. Um casamento luxuoso em Santa Catarina seria apenas uma de várias fraudes promovidas por sua empresa. O Grupo Bellini agiu durante muitos anos, entre 1998 e 2016.

A Bellini contratava empresas e oferecia o serviço ilícito, algumas só repassavam dinheiro para a prática de fraudes caso tirassem algum tipo de vantagem, como por exemplo, festa de final de ano para funcionários. Tudo utilizando recursos via Rouanet, claro.

 

Karen Kahn, procuradora da República, afirmou que o grupo Bellini apresentava projetos para o Ministério da Cultura (MinC) e depois que recursos fossem aprovados pela Lei Rouanet, eles procuravam empresas interessadas em participar do ato, para incentivos fiscais e deduções de impostos. No entanto, o dinheiro era desviado.

O Ministério Público deixou claro que o esquema corrupto era feito em sã consciência pelo Grupo Bellini. Uma das provas foi uma conversa de telefone entre membros da empresa, na qual fica declarado que eles não estariam utilizando os benefícios da lei em 100%, mas cometendo atos errados.

 

O casamento de Felipe Amorim, filho do chefe do esquema corrupto, foi bancado via incentivo Rouanet. A festa foi algo luxuoso, e ocorreu em um hotel de luxo em Jurerê Internacional, Santa Catarina. Os advogados da ”Família Bellini’ negam quaisquer irregularidades com o grupo.

Via: blastingnews


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