Comandante do Exército faz ‘balanço’ da situação do país e demonstra preocupação

General do Exército, Eduardo Villas Bôas fez um prognóstico do atual momento enfrentado pelo país em relação à intervenção federal no Rio de Janeiro.

O comandante máximo do Exército brasileiro e grande expoente das Forças Armadas do país, general Eduardo Villas Bôas, se manifestou enfaticamente a respeito da atual conjuntura vivenciada pelo Brasil, principalmente, com face à situação inerente ao estado do Rio de Janeiro, que está sob forte #Intervenção federal, a partir de decisão tomada há pouco mais de um mês pelo presidente da República, Michel Temer.

 

O mandatário do país nomeou o general Walter Braga Netto para o comando de toda a área de Segurança Pública do estado do Rio de Janeiro, embora o atual governador Luiz Fernando Pezão ainda possua o controle da administração pública em outras áreas.

 

Vale ressaltar que o estado do Rio de Janeiro vive uma grave crise e uma forte onda de violência devido às disputas entre facções pelo controle do tráfico de drogas nas favelas cariocas, o que tem aumentado dramaticamente o número de vítimas de balas perdidas, tanto entre as populações locais quanto entre policiais civis e militares.





General do Exército faz análise e denota preocupação
O comandante máximo do Exército do Brasil, general Eduardo Villas Bôas, resolveu se expressar em relação à situação vivida no Rio de Janeiro. Segundo o militar, o mesmo se diz estar “otimista e preocupado”, em se tratando do cumprimento de várias metas definidas pela alta cúpula militar, durante todo o período das ações de intervenção federal no estado do Rio de Janeiro.

O chefe do Exército foi contundente ao considerar que está “otimista e preocupado” e que confessa estar mesmo “muito preocupado” devido à forte incerteza se poderá alcançar todos os objetivos delineados.




Entretanto, o militar vai ainda mais longe, ao assegurar que “a determinação dos militares, é que possa, quando sair, deixar o legado de uma grande mudança na forma estrutural, de modo que elas possam dar prosseguimento por si só”.

 

Dentre todas essas mudanças das estruturas, conforme foram aventadas pelo general Eduardo Villas Bôas, durante sua explanação, trata-se de metas estabelecidas que envolvem todo o aparato de Segurança Pública no estado fluminense. Dentre as menções do general, está todo o sistema de segurança pública, o sistema prisional e ainda, a Lei de Execuções Penais vigente no país.





Ao ser indagado a respeito de quando poderia ocorrer um término de toda a missão das Forças Armadas na Segurança Pública no Rio de Janeiro, o general Eduardo Villas Bôas foi categórico, ao afirmar que os problemas que fazem parte da realidade do Rio de Janeiro não irão acabar nos próximos dez meses e que “isso tudo terá que prosseguir”.

 

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Via: blastingnews

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