Delatado na Lava Jato, Cristovam Buarque tenta insinuar que governo Bolsonaro é corrupto

Em total inversão de valores, o “Reitor” da planilha de propina da Odebrecht resolveu atacar o recém-empossado governo Bolsonaro de corrupção.

Pelas redes sociais, o senador, que foi membro 15 anos do Partido dos Trabalhadores disparou: “É triste ver país sair de uma eleição prometendo acabar com a corrupção, descobrir que era apenas discurso eleitoral. Ainda mais triste saber que não é a primeira vez. Trocando os nomes, o discurso é o mesmo.”

Vale lembrar do envolvimento de Cristovam Buarque na operação Lava Jato, segue trecho do termo de delação premiada de Cláudio Melo Filho, da Odebrecht:

Ao longo desses anos, mantive contatos mais frequentes com os seguintes agentes políticos: João Almeida, Renan Calheiros, Moreira Franco, Bruno Araújo, Heráclito Fortes (…).

Além disso, em casos mais episódicos, mantive algum contato com os seguintes agentes políticos: Luiz Carlos Hauly, Carlos Sampaio, Cristóvam Buarque, Fábio Ramalho, Marco Maia, Ricardo Ferraço, Eunício Oliveira, Arlindo Chinaglia, Mendonça Filho (…)

Alguns desses parlamentares me solicitaram patrocínio financeiro, na forma que relatarei em seguida. Os pagamentos destinados a agentes políticos que eram indicados por mim dentro da minha empresa eram aprovados por Marcelo Odebrecht, pelos presidentes ou pelos diretores dos negócios. Isso não retira, por evidente, o peso do meu apoio a um determinado pagamento dentro da empresa. Os agentes políticos sabiam do peso da minha opinião favorável dentro da empresa e eu sempre usei isso em meu favor.

O apelido de Cristovam Buarque:

REITOR (Consta em campo específico a pessoa de RF no DF, que acredito ser Ricardo Ferraz. Me foi dito que essa indicação refere-se a Cristovam Buarque, por ter sido Reitor da Universidade de Brasília.)

Via: republicadecuritiba.net

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