Deltan Dallagnol revela ‘receita’ contra criminosos e cita ministro do Supremo

Procurador e coordenador-geral da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol, se manifestou a respeito do combate ininterrupto à corrupção no Brasil.

 

Um dos mais destacados e respeitados procuradores da República e coordenador-geral da força-tarefa de investigação da Operação Lava Jato, sediada em Curitiba, Deltan Dallagnol, se pronunciou enfaticamente, a respeito de um dos temas mais complexos e espinhosos que perduram na realidade brasileira, os crimes relacionados à Corrupção no país.

 

Vale ressaltar que Dallagnol, como membro do Ministério Público Federal no estado do Paraná, coordena a maior operação anticorrupção já realizada em toda a história contemporânea brasileira, além de já ser reconhecida como uma das maiores já desencadeadas em todo o mundo.

 

Vale ressaltar que a Operação Lava Jato é comandada em primeira instância pelo juiz federal Sérgio Moro, a partir da décima terceira Vara Criminal da Justiça Federal paranaense, localizada na capital do estado, Curitiba.

 

Combate ao crime

Recentemente, o coordenador-geral e membro do Ministério Público Federal, procurador Deltan Dallagnol, afirmou contundentemente em sua rede social do Twitter que para o Brasil torna-se extremamente necessário que haja uma Justiça que seja, de fato, imparcial e que de modo eficiente e independente, possa combater o crime ao não cultivar a impunidade no país. Dois fatores preponderantes, segundo o procurador Deltan Dallagnol, são que o Brasil tenha o fim do foro privilegiado, além da possibilidade da execução de prisão, após julgamento e esgotamento de recursos em Tribunais de segunda instância. Deltan foi ainda mais longe, ao considerar que esses dois fatores supracitados, permitiram que a Operação Lava Jato estivesse apta a atingir a todos, de modo igual e efetivo.

Dallagnol fez ainda uma crítica dirigida a um dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), José Antônio Dias Toffolli.

 

De acordo com o coordenador-geral da Lava Jato, o foro privilegiado já teria sido muito restringido, se o ministro Toffolli não tivesse um pedido de vista, durante votação em Plenário da Suprema Corte. Vale lembrar que durante aquela votação, o placar acabou ficando suspenso, cujos votos se encontravam em 7 a 1 favoravelmente pela restrição do foro privilegiado.

 

Há cerca de alguns dias, o juiz Sérgio Moro também foi enfático ao defender a Operação Lava Jato, durante palestra realizada em Nova York, nos Estados Unidos. O magistrado paranaense afirmou que embora a Operação Lava Jato ainda corra sérios riscos, a população brasileira e a sociedade civil organizada não permitirão que venham a ocorrer retrocessos. Em uma de suas frases ditas durante o evento, Sérgio Moro disse que o povo não estaria insatisfeito com a democracia, mas sim insatisfeito com os problemas da democracia.

 

 

Via: blastingnews

 

     

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