Documentos denotam depósitos em conta da Suíça que pode complicar José Serra

De acordo com informação veiculada no jornal “O Globo”, documentos apresentados pela Procuradoria-Geral da República explicitam que depósitos teria sido realizados numa conta bancária na Suíça. Entretanto, o dinheiro teria sido gerido pela filha do senador paulista do PSDB, José Serra.

A situação pode vir a se complicar para um dos principais nomes do PSDB paulista. Trata-se do senador e ex-ministro das Relações Exteriores do governo do presidente Michel Temer, José Serra. De acordo com investigações da Procuradoria-Geral da República, Verônica Serra teria sido administradora de uma conta bancária na Suíça. Porém, uma conta que teria depósitos de dinheiro ilícito.

Repasses ilegais para conta gerida por filha de José Serra
Autoridades da Suíça encaminharam anexados documentos para a Procuradoria-Geral da República no Brasil. O volume de documentos mostrados está inserido em um inquérito aberto que investiga supostos pagamentos realizados pela empreiteira Odebrecht, cujo destinatário seria o senador tucano, pai de Verônica.

De acordo com os documentos apresentados, foi repassada a quantia de aproximadamente 400 mil euros para a conta descoberta que teria entre seus administradores, a filha de José Serra. Vale ressaltar que as investigações denotam que a offshore Circle Technical Company teria sido mencionada por delatores da empreiteira Odebrecht.

Os ex-executivos revelaram que a quantia supra-citada fora depositada na conta gerida por Verônica. A offshore Circle Technical Company seria a repassadora da propina desvendada. Vale ainda lembrar que, de acordo com as apurações, o dinheiro fruto de propina teria sido utilizado em campanhas eleitorais de José Serra. Já o senador tucano se defende por meio de uma nota. Ao se dirigir ao jornal “O Globo”, José Serra rejeita a possibilidade de que haja qualquer tipo de ilegalidade. O tucano se refere ao nome da filha. Porém, ele afirma em nota ao jornal “O Globo”, que jamais se utilizou de vantagens indevidas.

Fonte: ANTAGONISTA e Brasil no Ato

   

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