Em Carta Aberta Direta E Franca General Paulo Chagas Enquadra A PGR E O TSE, Leia!

GENERAL DE BRIGADA PRESENTE À REUNIÃO COM MEMBROS DO CONVERGÊNCIAS E MOVIMENTOS ENQUADRA A PGR E O TSE. A CARTA SERÁ PROTOCOLADA EM AMBAS AS ENTIDADES INSTITUCIONAIS.

O General de Brigada (Reserva do EB) Paulo Chagas, um dos presentes à reunião entre movimentos civis e militares da reserva com interlocução com militares da ativa, ocorrida na última quarta feira, dia 30/05 em Brasília, escreveu uma carta aberta direta e franca ás autoridades da PGR e do TSE, pugnando por método de eleições honestas, deixando claro que somente a contagem pública dos votos, preceito constitucional, legitima os resultados e a democracia. Ele a publicou também no seu perfil pessoal no Facebook. O General Paulo Chagas é candidato ao governo do Distrito Federal e é muito respeitado dentre seus pares e por praticamente todos os movimentos do País. O teor da carta, que será protocolada junto às entidades citadas, segue adiante:
CARTA ABERTA AOS MINISTROS DO TSE E À PROCURADORA GERAL DA REPÚBLICA)
O VOTO IMPRESSO E O IDEAL DEMOCRÁTICO

Srs Ministros e Sra Procuradora Geral:

Peço vênia para lembrá-los do que se segue.

O ideal democrático só encontra ambiente propício em países onde haja eleições livres e a possibilidade de que qualquer cidadão seja candidato a cargos eletivos. Ele só se torna efetivo quando as atitudes das instituições governamentais e do estado se submetem aos Princípios da Administração Pública e ao controle das suas atividades.

Ao analisar estas afirmações, constatamos que, no Brasil, ainda estamos longe deste ambiente, haja vista que:
– A compra de votos ou a sua troca por empregos e emolas públicas, descaracteriza a liberdade de escolha.
– A condição plutocrática, imposta a quem quiser candidatar-se a cargo eletivo, pressupõe ter recursos próprios ou partidários ou, ainda, comprometer-se a, no poder, devolvê-los na forma de favorecimentos.
– Há evidências de que os governantes e as mais importantes instituições republicanas estão desligadas do interesse público, do cumprimento da lei, da garantia dos direitos constitucionais do cidadão de bem e, principalmente, da transparência e da honestidade em suas ações, o que os faz abominar e desqualificar qualquer tipo de controle externo.
– A JUSTIÇA ELEITORAL, de forma arbitrária e injustificável, NEGA-SE A CUMPRIR A LEI que regula e condiciona o funcionamento e as características do instrumento de coleta da vontade de cada um, as URNAS ELETRÔNICAS, bem como, DESCONSIDERA enfaticamente, na APURAÇÃO dos resultados, o princípio básico da PUBLICIDADE, negando aos eleitores a AUDITAGEM do pleito.

Srs Ministros e Sra Procuradora Geral, a democracia é um regime que pressupõe liberdade, dinâmica social, igualdade de oportunidades, direitos e deveres, e que exige ordem e respeito às leis.

Onde há desordem, desobediência às leis e desconsideração à vontade e ao direito individual e coletivo, o ideal democrático estará permanentemente ameaçado e, com ele, o futuro e a estabilidade política e social da nação.
A manutenção das conquistas democráticas do povo brasileiro deve passar ao largo dessas premissas, mas, principalmente, do descumprimento da lei por quem tem por missão constitucional fazê-la respeitada.

Sabendo-me compreendido, subscrevo-me respeitosamente,

Gen Bda Paulo Chagas

Via: noticiasbrasilonline.com.br

     

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