Fachin encara novo pedido em prol de Lula

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O ministro do Supremo Tribunal Federal e relator dos processos da Lava Jato, Edson Fachin, recebeu novo pedido de soltura para Lula. Devido a expectativa de petistas principalmente por conta das eleições, advogados se manifestam e preparam estratégias.

Nesta última quinta-feira, 2 de agosto, Fachin resolveu rejeitar pedido de liberdade apresentado de acordo com um advogado de Minas Gerais.

Justificativa do ministro
Esse não é o primeiro habeas corpus negado por Fachin. O ministro justificou que o advogado de Minas não compõe a equipe de defesa de Lula. Com isso, a impetração do recurso não merece conhecimento. Dessa forma, segundo informações do portal “Estadão”, Fachin avaliou que o habeas corpus é de “relevantíssima garantia constitucional”.

A defesa técnica de Lula já apresentou diversos pedidos de hc. Então, não seria o advogado de Minas que iria conseguir, “de forma fácil”, a soltura do ex-presidente.

STJ também negou
O ministro Humberto Martins, do Superior Tribunal de Justiça, já havia negado o mesmo pedido vindo do advogado de Minas. Contudo, no mês passado, o ministro esclareceu que o próprio advogado de Lula, Cristiano Zanin, teria afirmado “não ter interesse” em pedidos de hc apresentados por advogados que não compõem a defesa do petista.

Greve de fome
O “desespero” para tirar Lula da cadeia antes da eleições é grande. Com isso, alguns petistas resolveram aderir a uma greve de fome. Em frente ao STF, militantes prometeram “morrer de fome” caso Lula não seja solto rapidamente.

O dirigente do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), Jaime Amorim, disse que colocarão suas vidas em risco para uma causa. Além do mais, avisou que a greve é de tempo indeterminado.

O grupo iniciou o movimento em frente ao Supremo, porém foi retirado a força por seguranças do tribunal.

Os grevistas afirmaram que suas vidas estão na responsabilidade de ministros que votaram contra Lula. Entre os magistrados estão: Edson Fachin, Cármen Lúcia, Lui Roberto Barroso, Rosa Weber e Alexandre de Moraes.

Fonte:ESTADÃO

 

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