Forças Armadas serão mais atuantes, de acordo com plano estratégico do governo Bolsonaro

Voluntários fizeram encaminhamento de propostas para o presidente eleito Jair Bolsonaro, através de mensagens no WhatsApp.
A área de segurança pública do próximo Governo deverá ter uma atenção especial, principalmente, a partir de medidas que poderão ser implementadas, em relação ao uso das Forças Armadas brasileiras.

Um grupo de consultores fez o encaminhamento de um plano estratégico, por meio de grupos no aplicativo WhatsApp, para o governo do presidente eleito Jair Messias Bolsonaro. Trata-se de ações voltadas para a atuação do Exército brasileiro, além das outras forças como a Aeronáutica e a Marinha.

A discussão de projetos para a segurança pública se deu por meio de encaminhamentos nas redes sociais, já que foram acolhidas propostas de voluntários para o novo governo recém-eleito.

Um dos principais organizadores desse grupo informal do WhatsApp, é o general da reserva e futuro ministro da Defesa do governo Bolsonaro, militar Augusto Heleno.

Prevenção e combate ao crime nas fronteiras do país
De acordo com o plano proposto ao presidente eleito, as Forças Armadas deverão estar mais presentes no combate ao crime organizado, principalmente, nas fronteiras do Brasil para com os outros países da América do Sul. O grupo informal que fez o envio das propostas ao general Augusto Heleno, é formado por apoiadores civis e militares de Bolsonaro, segundo informação repassada pelo jornal “Folha de São Paulo”.

Dentre uma atuação mais presente das Forças Armadas, outras propostas vêm à tona como, por exemplo, a possibilidade de aumentar o uso de inteligência financeira para que seja realizado o rastreamento de dinheiro usado por facções criminosas, especialmente, nas grandes cidades brasileiras.

Outra medida que pode vir a ser implementada, trata-se do incentivo à aplicação de penas consideradas alternativas a condenados perante a Justiça, de modo que se abram vagas no sistema penitenciário para presos que sejam considerados mais perigosos.

O general e futuro ministro da Defesa, Augusto Heleno, enviou a primeira versão do plano de 50 páginas, na última segunda-feira (29). A troca de informações é realizada por um grupo que possui entre seus integrantes; cientistas sociais, professores, engenheiros, além de civis e militares da reserva das três Forças baseadas em Brasília, no Distrito Federal e também de outros estados brasileiros. Um dos aspectos do plano apresentado pelo general Heleno é impedir entrada de armamentos e entorpecentes que venham a ser utilizados por facções criminosas estabelecidas em grandes metrópoles, como Rio de Janeiro e São Paulo.

A Força Aérea Brasileira (FAB) teria papel de destaque na proteção das fronteiras, já que fiscalizaria o espaço aéreo nacional, através da análise de imagens fornecidas por satélites com o intuito de se prevenir e proibir a entrada de aviões e barcos suspeitos.

Via: blastingnews

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