Freixo detona operação de cerco à Rocinha: mas afinal, de que lado o esquerdista caviar está?

Provavelmente, no Brasil, não exista um político que fale tão mal da polícia como o deputado Marcelo Freixo (Psol-RJ). Qualquer ação policial no Rio de Janeiro e ele se posiciona sempre contra as forças de segurança. Mais de 100 policiais já foram assassinados no Estado neste ano e o expoente da esquerda caviar carioca não dar uma palavra de apoio às viúvas e familiares dos mortos. Condenar a bandidagem, nem pensar!

 

Em virtude da operação policial que se desenrola nesta sexta-feira (22), na favela da Rocinha, Freixo correu às suas redes sociais no meio da tarde para atacar a ação que conta com o apoio de tropas do Exército. Lembrem-se que a guerra entre os traficantes começou dias antes. Desde a segunda-feira (18) passada que há tiroteios constantes. Percorremos o Twitter do deputado, com postagens de segunda até hoje e não encontramos nada específico sobre o terror provocado pelo tráfico na favela. Bastou as forças de segurança anunciarem o cerco à Rocinha, como o apoio do Exército, e Freixo começou o berreiro.

“Inaceitável o que está acontecendo hoje no Rio de Janeiro, em especial para os moradores da Rocinha. A Comissão de Direitos Humanos está acompanhando de perto o caso. Parte de nossa equipe mora inclusive na Rocinha. Os últimos dois governos não cumpriram o que deveriam para combater o tráfico de armas e munições. Na semana passada, os alunos da Rocinha não conseguiram fazer a prova da Uerj. Hoje eles não saem de casa. Esse é o limite da democracia”, escreveu Freixo em seu Twitter.

 

Por acaso há alguém que ache aceitável a população passar pelo terror de se esconder de balas de fuzil? Existe quem goste de ver alunos sem aula? Claro que não! Se os últimos governos falharam no combate à criminalidade e ao tráfico de armas e drogas não vem ao caso agora. O que a situação de momento pede é uma intervenção enérgica e eficaz por parte das forças de segurança para conter os tiroteios. Pela ótica do deputado os erros passados seriam um empecilho para a polícia agir agora.

Todavia, o trecho mais asqueroso da fala do deputado é justamente o que ele não escreveu. Notem que ele critica os últimos governos que não combateram o “tráfico de armas e munições”, mas não fala nada das drogas e muito menos daqueles que são os culpados diretos pelo caos: os traficantes. Até parece que o Rio de Janeiro perfeito para Freixo seria a continuação da criminalidade, mas sem o uso de armas vitimando os moradores. É um discurso covarde.

Mas afinal, de que lado Marcelo Freixo está?

Via: oelefante.com

     

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