General do Exército se pronuncia sobre resposta ‘arrasadora’ após crimes no RJ

General Carlos Alberto dos Santos Cruz foi contundente em relação à onde assassinatos enfrentados pelo Rio de Janeiro, sob intervenção federal.

O secretário nacional de Segurança Pública do governo do presidente Michel Temer, general Carlos Alberto dos Santos Cruz, se pronunciou enfaticamente em relação à onde de crimes que permeiam a realidade do estado do Rio de Janeiro e do país, principalmente, após o assassinato da vereadora do PSOL, Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Pedro Gomes. Os crimes supra-citados acabaram repercutindo intensamente em todo o Brasil e até mesmo, no exterior. Marielle Franco e Anderson Pedro Franco acabaram se tornando parte das tristes estatísticas da violência pública que acarretam números alarmantes de mais de sessenta mil assassinatos anualmente no país.

 

Os dados são comparados a crimes de guerra, já que os dados são estarrecedores. Um dos principais estados que sofrem pela onde de violência, é o estado do Rio de Janeiro. Há aproximadamente um mês, o governo do presidente Temer nomeou o general do Exército, Walter Braga Netto, como interventor federal no estado fluminense, como tentativa para diminuir para níveis satisfatórios, os altos índices de criminalidade que são enfrentados pela sociedade civil carioca.

Reação das Forças Armadas
De acordo com manifestação do secretário nacional de Segurança Pública no país, general do Exército Carlos Alberto dos Santos Cruz, a reação das Forças Armadas e também das polícias do estado do Rio de Janeiro, deverá ser “enérgica e arrasadora”. Segundo o militar de mais alta patente, “a sociedade brasileira não pode conviver com esse tipo respectivo de ousadia desencadeada por criminosos”.

O militar do Exército que é considerado “linha-dura” foi ainda mais longe, ao considerar que “a ousadia dos assassinos necessita ser contida, de modo contundente, através das Força Armadas com ação forte, aberta, juntamente com as forças policiais e principalmente, com o apoio de toda a sociedade civil, além do Ministério Público, do Poder Judiciário e também de órgãos de controle”.

Entretanto, após análise minuciosa das circunstâncias que levaram aos assassinatos da vereadora Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Pedro Gomes, o general Carlos Alberto dos Santos Cruz afirmou, de modo incisivo, que a princípio, não acredita que os crimes mencionados teriam relação como uma suposta reação das forças criminosas e facções, devido à implementação do processo de Intervenção federal no estado do Rio de Janeiro. Vale ressaltar que uma das linhas de investigação da Polícia Civil, se baseia no fato de a vereadora ter feito acusações referentes à atuação de um do principais batalhões da policia militar do estado do Rio de Janeiro.

Via: blastingnews

   

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