Conforme a Folha, Ernesto Araújo, que ocupará o comando do Ministério das Relações Exteriores, disse em uma rede social no fim da noite deste domingo (18) que o Brasil “não ficará de quatro diante das ditaduras”, sem mencionar governos em específico. Araújo disse que, “na nova política externa”, o país irá negociar “bons acordos comerciais, atrair investimentos e tecnologia”. Ao dizer aos leitores que “não se preocupem”, afirmou que o Brasil terá “os pés no chão, mas a cabeça erguida”. “Terá apenas os pés no chão, não ficará de quatro diante das ditaduras. Os pés no chão, mas não a cabaça enfiada na terra para não ver o grande embate mundial entre o globalismo e a liberdade. Os pés no chão, mas não plantados no mesmo lugar, e sim caminhando passo a passo rumo ao nosso destino”, escreveu o diplomata. Independentemente de concordarmos ou não com seus pontos de vista ideológicos, é preciso fazer uma análise técnica do discurso (objetivo deste blog). Neste sentido, o tom usado por ele é mais do que adequado. Observe que seus opositores não estão poupando palavras, mesmo defendendo posições abjetas, como a aliança com ditaduras. Um exemplo é o caso da contratação de médicos escravizados por Cuba. Noutra publicação, Araújo rebateu críticas feitas por Celso Amorim, chanceler nos dois governos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao jornal O Globo, e disse que fará um “exame minucioso” da política externa do PT. “Celso Amorim diz que represento um retorno à Idade Média. Não entendi se é crítica ou elogio, mas informo que não retornaremos à Idade Média, pois temos muito a fazer por aqui, a começar por um exame minucioso da “política externa ativa e altiva” em busca de possíveis falcatruas”, afirmou Ernesto Araújo. É outro acerto, pois não se pode abaixar o tom diante daquele que escala a todo momento na comunicação agressiva. A linguagem de Amorim é desrespeitosa. Logo, só pode ser rebatida com assertividade. – News Atual
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Conforme a Folha, Ernesto Araújo, que ocupará o comando do Ministério das Relações Exteriores, disse em uma rede social no fim da noite deste domingo (18) que o Brasil “não ficará de quatro diante das ditaduras”, sem mencionar governos em específico. Araújo disse que, “na nova política externa”, o país irá negociar “bons acordos comerciais, atrair investimentos e tecnologia”. Ao dizer aos leitores que “não se preocupem”, afirmou que o Brasil terá “os pés no chão, mas a cabeça erguida”. “Terá apenas os pés no chão, não ficará de quatro diante das ditaduras. Os pés no chão, mas não a cabaça enfiada na terra para não ver o grande embate mundial entre o globalismo e a liberdade. Os pés no chão, mas não plantados no mesmo lugar, e sim caminhando passo a passo rumo ao nosso destino”, escreveu o diplomata. Independentemente de concordarmos ou não com seus pontos de vista ideológicos, é preciso fazer uma análise técnica do discurso (objetivo deste blog). Neste sentido, o tom usado por ele é mais do que adequado. Observe que seus opositores não estão poupando palavras, mesmo defendendo posições abjetas, como a aliança com ditaduras. Um exemplo é o caso da contratação de médicos escravizados por Cuba. Noutra publicação, Araújo rebateu críticas feitas por Celso Amorim, chanceler nos dois governos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao jornal O Globo, e disse que fará um “exame minucioso” da política externa do PT. “Celso Amorim diz que represento um retorno à Idade Média. Não entendi se é crítica ou elogio, mas informo que não retornaremos à Idade Média, pois temos muito a fazer por aqui, a começar por um exame minucioso da “política externa ativa e altiva” em busca de possíveis falcatruas”, afirmou Ernesto Araújo. É outro acerto, pois não se pode abaixar o tom diante daquele que escala a todo momento na comunicação agressiva. A linguagem de Amorim é desrespeitosa. Logo, só pode ser rebatida com assertividade.

Conforme a Folha, Ernesto Araújo, que ocupará o comando do Ministério das Relações Exteriores, disse em uma rede social no fim da noite deste domingo (18) que o Brasil “não ficará de quatro diante das ditaduras”, sem mencionar governos em específico. Araújo disse que, “na nova política externa”, o país irá negociar “bons acordos comerciais, atrair investimentos e tecnologia”. Ao dizer aos leitores que “não se preocupem”, afirmou que o Brasil terá “os pés no chão, mas a cabeça erguida”. “Terá apenas os pés no chão, não ficará de quatro diante das ditaduras. Os pés no chão, mas não a cabaça enfiada na terra para não ver o grande embate mundial entre o globalismo e a liberdade. Os pés no chão, mas não plantados no mesmo lugar, e sim caminhando passo a passo rumo ao nosso destino”, escreveu o diplomata. Independentemente de concordarmos ou não com seus pontos de vista ideológicos, é preciso fazer uma análise técnica do discurso (objetivo deste blog). Neste sentido, o tom usado por ele é mais do que adequado. Observe que seus opositores não estão poupando palavras, mesmo defendendo posições abjetas, como a aliança com ditaduras. Um exemplo é o caso da contratação de médicos escravizados por Cuba. Noutra publicação, Araújo rebateu críticas feitas por Celso Amorim, chanceler nos dois governos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao jornal O Globo, e disse que fará um “exame minucioso” da política externa do PT. “Celso Amorim diz que represento um retorno à Idade Média. Não entendi se é crítica ou elogio, mas informo que não retornaremos à Idade Média, pois temos muito a fazer por aqui, a começar por um exame minucioso da “política externa ativa e altiva” em busca de possíveis falcatruas”, afirmou Ernesto Araújo. É outro acerto, pois não se pode abaixar o tom diante daquele que escala a todo momento na comunicação agressiva. A linguagem de Amorim é desrespeitosa. Logo, só pode ser rebatida com assertividade.