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Jair Bolsonaro afirma: “Não dê munição ao canalha, que está momentaneamente livre”

Para o presidente, é melhor que seja evitada uma maior visibilidade para a esquerda

Jair Bolsonaro, presidente da República, o qual permaneceu em silêncio até anteontem acerca da saída do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o qual estava preso em Curitiba, fez uma publicação na manhã de ontem onde pede para os seus apoiadores que não deem “munição ao canalha, que está momentaneamente livre, mas carregado de culpa”.

Sérgio Moro, ministro da Justiça, também fez uso da rede social durante a manhã, de modo que foi falar sobre a decisão do STF envolvendo a segunda instância, contudo, sem citar a situação do ex-presidente.

Não citando Lula, o presidente da República disse aos “amantes da liberdade e do bem”: “Somos a maioria. Não podemos cometer erros”.

Jair Bolsonaro confirma ainda o que vem sendo anunciado em grupos que praticam apoio a ele (o presidente), no sentido de tentar que seus apoiadores não causem uma maior visibilidade para a esquerda, a qual tem comemorado a saída do ex-presidente.

A mensagem também aponta para uma preocupação com o “fogo amigo”. “Sem um norte e um comando, mesmo a melhor tropa, se torna num bando que atira para todos os lados, inclusive nos amigos.”

Num evento realizado em Goiânia anteontem, Jair Bolsonaro cancelou uma entrevista que havia sido anunciada pela própria equipe de comunicação. Não chegou a mencionar a saída do ex-presidente no seu discurso e preferiu evitar a imprensa em eventos dos quais fez participação na cidade e deixou de participar de uma entrevista que iria ocorrer num dos locais.