Laudo aponta que procuradores agiram como militantes em processo contra dono da Havan

Em uma ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público do Trabalho, foi feito o pedido de indenização de R$ 100 milhões contra Luciano Hang por “danos morais coletivos”.

A motivação seria uma suposta coação por parte do empresário para que seus funcionários, das lojas Havan, votassem em Jair Bolsonaro.

A defesa de Hang, no entanto, encontrou material bastante interessante para bater de frente com a narrativa imposta no período eleitoral.

Em um laudo elaborado pelo perito em crimes digitais Wanderson Castilho, é apontado que cinco dos sete responsáveis pela ação possuem graus de militancia virtual em favor da “agenda esquerdista”. Inclusive, uma das procuradoras é signatária do manifesto  “contra o golpe”, divulgado durante o impeachment de Dilma Rousseff.

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Informação dO Antagonista.

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