Lava Jato flagra médica criminosa em esquema comandado por Cabral

O ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, foi capaz de montar um monstruoso esquema de corrupção no estado.

O grupo criminoso liderado pelo político desviou recursos da área da saúde, desmoralizando a população que já sofre com a criminalidade do Rio.

Através do Ministério Público Federal e de instituições financeiras internacionais, o caso foi desvendado.

No entanto, há mais pessoas envolvidas, que agora as autoridades pedem a condenação.

A mulher Verônica Fernandes Vianna, de um dos parceiros de Cabral, o político Sérgio Cortês, participou com maestria nos esquema de corrupção, registrou o portal “O Globo”.

Segundo o jornal, Verônica atuou da mesma forma que a mulher de Cabral, Adriana Ancelmo, e a mulher do ex-deputado Eduardo Cunha, Cláudia Cruz.

Despesas vinculadas em cartões de crédito registraram valores de até US$ 1,4 milhões.

Vianna também e médica, porém movimentava valores no exterior como um meio de dar uma “aparência legalizada” no ato ilícito.

Verônica é a terceira mulher que se beneficiou de corrupção através do marido.

A Operação Lava Jato já condenou Adriana Ancelmo e Cláudia Cruz.

Conforme descobertas, seus gastos mostram grandes despesas com artigos de luxo, hotéis e restaurantes caros.

Em comparação com as outras criminosas, Adriana Ancelmo chegou a gastar US$ 6 milhões somente em uma joalheria. A mulher de Cunha utilizou US$ 1 milhão no cartão de crédito.

Lava Jato pede condenação
A força-tarefa da operação pediu a condenação de Verônica, do político Cortês e dos empresários Gustavo Estellita e Miguel Iskin.

Verônica está enquadrada nos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

Pelo menos, Verônica movimentou US$ 4,3 milhões em contas na Suíça. Posteriormente, os valores movimentados foram até uma conta em Bahamas, o caso aconteceu entre os anos de 2011 e 2017.

O MPF contou com ajuda internacional de entidades europeias e americanas para chegar na conclusão do caso. Além do mais, delação premiada do ex-presidente da Odebrecht e do ex-subsecretário de Cortês foram essenciais nas investigações.

Fonte:O ANTAGONISTA

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