Manifestação a favor da Crackolândia é prova de que extrema-esquerda gosta de ver o povo em desgraça

Seria hilário se não fosse extremamente trágico saber que há, por incrível que pareça, manifestantes protestando contra o fim da Crackolândia em São Paulo. Sim, é isso mesmo. Há pessoas defendendo a Crackolândia, alegando que a tentativa de acabar com aquele local cheio de viciados em condições sub-humanas é um ato desumano da parte do prefeito João Doria.

O que é a Crackolândia? É um pedaço da cidade de São Paulo tomado por usuários de drogas em estágios avançados do vício, quando já não se importam mais em viver no meio da imundície, da umidade e da exposição ao frio ou a chuva, desde que tenham a droga para usar. A situação do local é, por si só, lamentável. Olhar aquela gente vivendo naquelas condições, a maioria tão chapada que nem consegue raciocinar sobre o óbvio, é triste e chocante ao mesmo tempo.

Além disso, há diversos outros problemas. Em virtude do número excessivo de drogados que se concentram no local, o ambiente se tornou extremamente violento. Há roubos frequentes, agressões e até mesmo estupros. Só de olhar aquilo, pelo simples fato de estar ali, é possível sentir um misto de desgosto e pena. Nenhum ser humano deveria viver daquele jeito.

O que João Doria quer fazer, portanto, é limpar aquele lugar, abrigar os desabrigados, levar viciados para a recuperação e, por fim, acabar com algo que nenhum prefeito antes dele teve a coragem de colocar as mãos, tirando uma mancha de desonra e vergonha do meio da maior cidade do país. Haddad, quando foi prefeito, não somente foi incapaz de resolver o problema como ainda ajudou a agravá-lo.

Diante disso, o que fazem os cretinos da extrema-esquerda? Protestam!

Sim, eles protestam contra o fim da Crackolândia! Para eles, o local deve ficar como está, com aquelas pessoas morrendo lentamente nas calçadas, com humanos vivendo em situação pior do que muitos animais. Dá para acreditar?

Para mim, dá.

Qualquer pessoa que conhece os militantes da extrema-esquerda, como eu, tem a obrigação de saber de uma coisa muito simples: eles só querem ver pobre se dar mal na vida, porque isso serve diretamente aos seus discursos pseudo-progressistas e suas narrativas sobre guerra de classes e justiça social. É uma gente para quem os fins sempre justificam os meios.
Via jornalivre.com