Moro: Se dependesse da vontade de Lula e Dilma, o povo jamais saberia da roubalheira do PT

Há cerca de sete anos e meio, o juiz federal Sérgio Moro se deparou com uma investigação que revelaria um dos maiores esquemas de corrupção do país. De acordo com o Ministério Público Federal, a Lava Jato começou em 2009 com a investigação de crimes de lavagem de recursos relacionados ao ex-deputado federal José Janene, em Londrina, no Paraná.

Além do ex-deputado, estavam envolvidos nos crimes os doleiros Alberto Youssef e Carlos Habib Chater. Alberto Youssef era um antigo conhecido dos procuradores da República e policiais federais. Ele já havia sido investigado e processado por crimes contra o sistema financeiro nacional e de lavagem de dinheiro no caso Banestado.

Em julho de 2013, a investigação começa a monitorar as conversas do doleiro Carlos Habib Chater. Pelas interceptações, foram identificadas quatro organizações criminosas que se relacionavam entre si, todas lideradas por doleiros. A primeira era chefiada por Chater (cuja investigação ficou conhecida como “Operação Lava Jato”, nome que acabou sendo usado, mais tarde, para se referir também a todos os casos); a segunda, por Nelma Kodama (cuja investigação foi chamada “Operação Dolce Vita”); a terceira, por Alberto Youssef (cuja apuração foi nomeada “Operação Bidone”); e a quarta, por Raul Srour (cuja investigação foi denominada “Operação Casa Blanca”).

O monitoramento das comunicações dos doleiros revelou que Alberto Youssef, mediante pagamentos feitos por terceiros, “doou” um Land Rover Evoque para o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa.

Em 17 de março de 2014, foi deflagrada a primeira fase ostensiva da operação sobre as organizações criminosas dos doleiros e Paulo Roberto Costa.  De lá para cá, foram mais de trinta fases da investigação que revolucionou o combate à corrupção no Brasil.

Ciente de que estava diante de um monstro, Sérgio Moro percebeu que toda a investigação poderia sucumbir diante da força de políticos e empresários poderosos. Só havia uma forma de subjugar os interesses poderosos por trás do gigantesco esquema de corrupção que corroía a economia do país em favor de um grupo doente e degenerado: convocar um gigante para combater o monstro: o povo brasileiro.

Moro compreendeu que apenas com o apoio da população poderia prosseguir enfrentando os interesses dos poderosos empresários, da presidência da República, do chefe da organização criminosa e do partido que controlava todo o esquema de corrupção. A publicidade é a principal arma da Lava jato.


Os que demonstram maior receio com a publicidade sobre o caso são os políticos. O coro dos descontes é formado sobretudo por pessoas ligadas ao PT, como a presidente afastada, Dilma Rousseff, o ex-presidente Lula e todos os políticos ligados ao assalto à Petrobras.

Não acredite no que eles dizem.

Os insatisfeitos com o andamento das investigações recorrem à expressão “vazamentos seletivos” ao se referirem à divulgação dos fatos trazidos à tona pela operação. Referem-se à cobertura da imprensa sobre as prisões e pronunciamentos da Força Tarefa como “espetáculo midiático”.

Em primeiro lugar, o termo “vazamento seletivo” é capcioso, uma vez que seu emprego tem o claro propósito de insinuar que existam outros investigados ocultos ou acobertados pela Força Tarefa liderada pelo juiz federal Sérgio Moro. Não tem. Todos os fatos ficam disponíveis para qualquer cidadão nos sites da justiça. A imprensa simplesmente vai lá e os publica. Não há “vazamento seletivo”.

Em segundo lugar, não existe a menor possibilidade de que ocorram “vazamentos seletivos” numa investigação onde absolutamente todos os fatos são divulgados com extrema “transparência”. Outras investigações protegidas por segredo de justiça, à pedido dos investigados, permanecem em segredo.

E em terceiro e último, o termo correto é “PUBLICIDADE” e não “vazamentos seletivo” ou “espetáculo midiático”, conforme Lula e a cúpula comprometida do PT tentam classificar.

As pessoas que usam a expressão “vazamento seletivo” sabem de tudo isso. Se mesmo assim, insistem em confundir o povo, é por que temem algo e podem ser direta ou indiretamente atingidos pelos escândalos. Ninguém saberia, por exemplo, que Lula movimentou R$ 52 milhões em sua conta.

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Amparado pela lei.

O Juiz Sérgio Moro se ampara na Lei de Improbidade Administrativa Nº 8.429, DE 2 DE JUNHO DE 1992, que obriga a administração pública direta, indireta de qualquer dos poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecer aos princípios da legalidade, impessoalidade, eficiência, moralidade, PUBLICIDADE e todos os demais deveres previstos na Constituição.

A Constituição exige publicidade em crimes contra a administração pública. Quando não é mais exigido o sigilo, o conteúdo das investigações deve ser tornado público. Deve ser dada visibilidade à todo o processo por meio de ampla PUBLICIDADE ou se preferir, de um “espetáculo midiático”.

O sigilo é o sonho de consumo daqueles que temem os fatos revelados na Operação Lava Jato.

Eles possuem bilhões para gastar, comprar e corromper. Somente protegidos sob o manto do sigilo, os políticos, empresários e advogados de defesa poderiam lançar mão de recursos disponíveis para desacreditar o juiz Sérgio Moro. Com os fatos sendo mantidos em sigilo pela justiça, os políticos poderiam usar as tribunas do congresso para desfilar bravatas e insinuações.

Os empresários poderiam usar a imprensa e os meios de comunicação para se defenderem perante a opinião pública. A presidente poderia fazer pronunciamentos em cadeia nacional defendendo os suspeitos. Os partidos poderiam usar horários na TV para atacar a idoneidade dos promotores com o intuito de inverter os papéis, onde os promotores se tornariam os vilões e os doleiros, laranjas, diretores da Petrobras e políticos se tornariam as vítimas.

Sob a sombra do sigilo, seria possível promover verdadeiras campanhas de marketing para salvar o pescoço dos corruptos. Com sigilo, o povo brasileiro jamais tomaria conhecimento sobre os autores e a dimensão da maior roubalheira da história do país.

O povo é a principal arma de Sérgio Moro.

Sabiamente, Juiz Sérgio Moro se ampara e na Constituição para oferecer ao povo a “PUBLICIDADE” mais ampla possível sobre todo o processo de investigação que lidera. Esta inciativa tem por objetivo garantir que haja maior “TRANSPARÊNCIA” sobre tudo que acontece no âmbito da Operação Lava Jato, além de impedir que o povo seja mais uma vez ludibriado pelos bandidos que roubam o país há décadas. Seria mais fácil para o juiz atender aos interesses dos poderosos, mas ele optou por se aliar ao lado do povo e trazer à tona todos os fatos, munindo a população de informações preciosas sobre os criminosos..

Quanto mais “PUBLICIDADE” e maior “TRANSPARÊNCIA” for dada à investigação, maiores serão as chances do Brasil se ver livre da pior geração de corruptos de todos os tempos. O poder está na informação. Um povo informado e consciente é um povo poderoso.

O juiz Sérgio Moro e todos os demais integrantes da Força Tarefa que integram a Operação Lava Jato estão lutando para garantir ao povo o acesso pleno à todas as informações passíveis de “PUBLICIDADE”. Cabe á cada um fazer a sua parte e procurar se manter informado o máximo possível para garantir que a justiça seja feita e impedir que o povo seja novamente manipulado.

 

Via: https://www.imprensaviva.com/

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