MPF solicita inquérito acerca do depoimento de porteiro do condomínio do presidente

Está para ser avaliado depoimento dado pelo porteiro, podendo ser classificado como calúnia ou até difamação

Não é de que hoje que muitos têm tentado manchar a imagem de Jair Bolsonaro, atualmente presidente do Brasil. Sendo assim, não se pode esperar que tentem “pegar de surpresa” o presidente, o colocando em casos onde o mesmo não possui envolvimento algum. Apesar disso, foi o que houve com Bolsonaro, agora no caso do porteiro.

O Ministério Público Federal solicitou, hoje, que a Polícia Federal estabeleça um inquérito policial de modo que apure se realmente houve falso testemunho no depoimento dado pelo porteiro do condomínio no qual o presidente Jair Bolsonaro possui apartamento, no Rio de Janeiro.

Na solicitação, o MPF pede que sejam apurados delitos de obstrução de Justiça, falso testemunho e também denunciação caluniosa. Ainda sugere o enquadramento em artigo da Lei de Segurança Nacional, a qual foi promulgada em meio ao regime militar.

O crime cometido por autoria do porteiro, nesta situação, seria “caluniar ou difamar o Presidente da República, o do Senado Federal, o da Câmara dos Deputados ou o do Supremo Tribunal Federal, imputando-lhes fato definido como crime ou fato ofensivo à reputação”.