Retorno de Cármen Lúcia à 2ª turma deve mudar o perfil do colegiado no STF

Presidente do Supremo até setembro, a ministra deve deixar posto e impor maioria nos votos; de saída, Dias Toffili deve ocupar seu lugar na Corte.

Após diversas solturas de políticos réus e condenados, por meio de recursos como o habeas corpus, por exemplo, o STF (Supremo Tribunal Federal) vem colecionando descrenças do povo já há algum tempo, tais descrenças vem acompanhadas de repúdio, principalmente, à grande parte dos que compõem a 2ª turma do colegiado, sendo eles os ministros, Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski, tais, ocasionando em derrotas de Fachin nos votos; no entanto, Toffoli deve sair da turma para ocupar a presidência do Supremo em setembro, trocando de lugar com a ministra Cármen Lúcia, que, segundo especialistas, deve ter uma tendência mais ‘dura’ nos votos, ocasionando o fim de ‘farras’ no Supremo.

Conhecida por ter um posicionamento firme, e brandura nos votos, com relação à condenação de réus, em sua maioria, a atual presidente da Corte deve retornar à 2ª turma do STF, após ter ficado 2 anos na presidência do Supremo.

A tendência é que a ministra Cármen Lúcia se alinhe com o ministro Edson Fachin nos votos; já que os votos de Dias Toffoli (a favor de futuras possíveis solturas de réus, ou mesmo condenados, como Lula, por exemplo), junto a votos de Mendes e Lewandowski, não se somem mais.

Cármen Lúcia na 2ª turma do STF é temida por parte da defesa de Lula
Na segunda-feira (12), do mês de setembro, do ano retrasado (2016), a ministra Cármen Lúcia assumia a presidência do poder Judiciário, no mesmo ano, assumira também o CNJ (Conselho Nacional de Justiça), hoje, embora indicada por Lula na época, seu retorno é, de certa forma, temido pela defesa do ex-presidente, já que corre o processo, em prol do pedido de liberdade do petista.

Segundo informações do Estadão, advogados ouvidos pela reportagem que tratava da saída do ministro Dias Toffoli do colegiado, temem que a 2ª turma, se torne em outra “câmera de gás”, termo esse dado em referência à certa ‘dureza’ da 1ª turma, na condenação de réus, e o concebimento de habeas corpus.

Defesa de Lula deve querer a resolução da liberdade do petista antes da saída de Toffoli
Ainda em pauta do ministro Dias Toffoli, a redação do Estadão informou nesta terça-feira (26), que um advogado admitiu trabalhar para que os casos de seus clientes venham ser julgados pela composição da turma atual, ou seja, pelos ministros: Ricardo Lewandowski, Celso de Mello, Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Edson Fachin.

Com o retorno de Cármen Lucia na 2ª turma da Corte, e seu alinhamento com o ministro Edson Fachin, mais Celso de Mello, ocasionaria numa possível vitória de votos, opostos a Lewandowski e Mendes, tendo brandura com relação à condenação de réus, em segunda instância.

Via: blastingnews

   

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