Revogação do voto impresso pode resultar em intervenção Militar

Proposta de Jair Bolsonaro, o voto impresso é a garantia de que os corruptos não fraudarão as urnas para conseguir se manter no poder.

No entanto, o presidente do TSE, Gilmar Mendes, fez contato com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e solicitou que a revogação do voto impresso entrasse na reforma política.

Maia, por sua vez, falou com o relator da reforma, deputado Vicente Cândido (PT-SP), que inseriu no texto adiando a entrada em vigência para 2022, abrindo as portas para mais uma eleição fraudada.

Se a proposta for revogada e o voto impresso não for implementado em 2018, isso seria motivos para legitimar uma intervenção militar.

Com Gilmar Mendes no comando do TSE, a instituição caminha para falência e é um dever do exército proteger as instituições.

Via: papotv.com.br

     

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