Surge uma esperança para o cidadão de bem que deseja possuir uma arma para sua defesa

O Partido da República entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal pedindo que os poderes Legislativo e Executivo sejam obrigados a criar novas regras que facilitem a compra de armas pelos cidadãos. A ação deu entrada no dia 29 de junho e será discutido hoje (5), entre a presidente do STF, ministra Carmen Lúcia, e os deputados republicanos José Rocha e Magda Mofatto.

A ação lembra que a proibição da venda de armas aconteceu em 2003, com o Estatuto do Desarmamento, imposto pelo Governo Lula. Mas no Referendo de 2005, quando foi perguntado à população se “o comércio de armas de fogo e munição deveria ser proibido no Brasil”, cerca de 64% dos votantes rejeitaram a proposta. Ainda assim, deram um jeitinho que praticamente proibiu o cidadão de bem ter acesso a uma arma para sua defesa.

Atualmente, para adquirir uma arma de fogo é necessário a autorização da Polícia Federal. Ela exige que, além de provar bons antecedentes, capacidade técnica e psicológica em possuir uma arma, o requisitante deve comprovar “efetiva necessidade, expondo os fatos e circunstâncias que justifiquem o pedido”. É nessa hora que a instituição nega mais de 90% dos pedidos, com argumentos vagos e evasivos, como o de que cabe somente às forças de segurança pública o uso de armas.

Os argumentos contra a proibição de armas aos cidadãos são muitos e consistentes. O maior deles, certamente, é o fato de os criminosos terem acesso fácil as armas, enquanto ao brasileiro de bem é negado o sagrado direito à defesa de si e de sua família. Outro, também muito importante, é a constatação de que o fim do comércio de armas não pôs fim à violência. As mortes por armas de fogo aumentaram vertiginosamente, com o País vivenciando uma guerra urbana que deixa mais de 60 mil mortos ao ano.

Veja Mais em https://elefantern.blogspot.com.br/2017/07/surge-uma-esperanca-para-o-cidadao-de.html