Temer reúne sua cúpula para traçar estratégia contra denúncia da PGR

Procurador-Geral da República Rodrigo Janot apresenta nesta semana no STF denúncia contra presidente Michel Temer no caso JBS
Com a volta do passeio turístico que fez na semana passada pela Russia e Noruega, o presidente Michel Temer apressou-se em reunir sua cúpula neste domingo, no Palácio do Alvorada, para discutir as ações da próxima semana, o que todos sabem é uma grande mentira. Na verdade Temer deve está num tremendo “cagaço”, onde deve está articulando junto de seus cúmplices, uma estratégia para blindá-lo das denúncias do Procurador-Geral da República Rodrigo Janot, que deveram ser apresentados nesta semana.
Se a reunião meus amigos era apenas para tratar da pauta das votações no Congresso como foi mencionado, porque então, o advogado do presidente Gustavo Guedes, foi confirmado na reunião. De acordo com a lista oficial divulgada pelo Planalto nesta noite, além do advogado de defesa de Michel Temer, estiram presentes o ministro da Fazenda Gilmar Mendes, da Justiça Torquato Jardim, da Casa Civil Eliseu Padilha (PMDB), da Secretária de Governo Antonio Imabassahy (PSDB-BA), da Secretária-Geral da presidência Moreira Franco (PMDB), e do Gabinete de Segurança Institucional, General do Exército Brasileiro Sergio Etchegoyen. E segundo algumas informações, foram também confirmados a presença do presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia (DEM-RJ), é os líderes do governo no Congresso André Moura (PSC-SE), e na Câmara Aguinaldo Ribeiro (PP-PB).

O que chama atenção neste caso, é que a denúncia contra Temer deverá ser tratada como prioridade na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Caso Janot opta em fatiar a denúncia, os pedidos devem a princípio ter uma tramitação separada. Ou seja. Temer precisa organizar uma forte base para garantir os mínimos 172 votos para barrar a denúncia no Congresso. No Planalto, Temer possui há maioria, que já se mostraram otimista em relação ao poder do governo em derrubar as denúncias na Câmara, mas não podemos esquecer que existem alguns auxiliares que já chegaram atimitir que “na Câmara nada é tranquilo”.

(Conteúdo – Estadão) e (eleitornews.com)