Transações suspeitas envolvem Dias Toffoli

De acordo com as informações da nova edição da revista Crusoé, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, recebe uma mesada de R$ 100 mil todo mês. O valor é repassado para ele através de sua esposa Roberta Rangel. Ela é dona de um escritório de advocacia que cresceu muito com a entrada do ministro no STF. Técnicos do banco já afirmaram que as transações foram consideradas suspeitas.

No começo de sua carreira, Dias Toffoli tinha um currículo tímido. Trabalhando no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ele começou a se reerguer de uma forma espetacular e chegou até a Corte máxima. O salário dele no tribunal é de R$ 33 mil e no próximo mês ele estará no comando do STF.

Todo mês, sua esposa repassa a ele uma mesada de R$ 100 mil, segundo as informações da revista. Roberta Rangel atua em causas multimilionárias e consegue levar até o marido valores altíssimos, dando o triplo do que ele ganha na Corte.

Irregularidades
A reportagem mostra que há indícios de irregularidades nas transações feitas. Há a omissão de um banco onde possibilita que tudo aconteça sem que as autoridades financeiras fiquem por dentro. A conta é administrada por um assessor de Toffoli, que trabalha em seu gabinete. Apenas para ressaltar, ele recebe um salário que vem dos cofres públicos e aproveita o tempo para cuidar das finanças pessoais do ministro.

A conta foi aberta em 2015 e desde desse momento, são depositados R$ 100 mil todo mês. A soma chega a um valor milionário. Os donos da conta são: Toffoli e sua esposa. Porém, a transferência ocorre de um conta pessoal de Roberta. Muitos podem dizer que isso é apenas um tipo de organização financeira, mas a Crusoé trouxe outras informações.

Sinais estranhos
De acordo com a matéria, há alguns sinais que causam estranheza. Um dos sinais é um assessor movimentar a conta de Toffoli. O segundo sinal é que os valores que caem são para despesas pessoais do ministro. Foi constatado, que o valor de R$ 50 mil vai para a sua ex-mulher Mônica Ortega.

A ex-mulher do ministro já trabalhou no governo Lula e recebe metade de todo o valor que é depositado nessa conta do ministro. É quase o dobro do que o ministro ganha na Corte.

Em 2015, o Banco Mercantil do Brasil viu indícios de lavagem de dinheiro nas transações para essa conta. O caso poderia ter sido levado adiante, mas uma ordem explícita vinda da diretoria do Mercantil interrompeu o prosseguimento de averiguação. O caso foi engavetado. Para mais informações clique aqui na reportagem completa da revista.

Fonte:REVISTA CRUSOÉ