Twitter diz que Bolsonaro e PSL não pagaram para impulsionar conteúdo

A rede social Twitter informou ao Tribunal Superior Eleitoral que os perfis do presidente eleito, Jair Bolsonaro, e de seu partido, o PSL, não contrataram serviço de disseminação de suas mensagens na plataforma, o chamado impulsionamento de conteúdo.

Na quinta-feira, o ministro Luis Roberto Barroso, relator da prestação de contas no TSE, determinou ao WhatsApp, Facebook, Twitter, Instagram e Google que respondessem, em um prazo de três dias, se houve contratação de disparos em massa a favor do candidato durante as eleições, seja por ele ou por qualquer outra pessoa.

O Twitter foi a primeira empresa a responder:

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“Apesar da permissão de veiculação de propaganda eleitoral paga na Internet por meio da contratação de impulsionamento de conteúdo (…) as políticas de anúncios atuais do Twitter não permitem a contratação de impulsionamento de propaganda eleitoral para as campanhas direcionadas ao Brasil”, disse a empresa por meio de seus advogados.

 

Via: PAPOTV

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