Política
PF mira aliados de Bolsonaro com acusações polêmicas: veja quem foi indiciado

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PF acusa aliados de Bolsonaro de ameaçar delegado responsável por inquérito das joias
A Polícia Federal indiciou o senador Marcos do Val (Podemos-ES), os jornalistas Allan dos Santos e Oswaldo Eustáquio, além do influenciador Ednardo Raposo, por supostas ameaças ao delegado Fabio Shor, responsável por investigações que envolvem o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
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O inquérito, finalizado em 13 de agosto e encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF), aponta que os acusados atuaram para intimidar o delegado e interferir nas apurações.
Crimes atribuídos aos investigados
A PF detalhou os crimes atribuídos a cada um dos envolvidos:
- Marcos do Val: embaraço à investigação de organização criminosa e corrupção de menor;
- Allan dos Santos: embaraço à investigação de organização criminosa e incitação ao crime;
- Oswaldo Eustáquio: embaraço à investigação de organização criminosa, divulgação de dados protegidos e corrupção de menor;
- Ednardo Raposo: embaraço à investigação de organização criminosa.
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Segundo a Polícia Federal, o grupo difundia dados pessoais de agentes e promovia ataques coordenados contra delegados federais. Santos vive exilado nos Estados Unidos desde 2021, enquanto Eustáquio está na Espanha desde 2023.
Delegado relata ameaças e intimidações
O delegado Fabio Shor teve seus dados pessoais, além de fotos da esposa e do filho menor de idade, expostos na internet. Também circularam informações falsas nas redes, como a alegação de que Shor teria “apontado arma” para crianças.
No dia 15 de julho de 2024, o delegado enviou um e-mail ao colega Elias Milhomens de Araújo relatando ameaças após o indiciamento de Bolsonaro no caso das joias. Uma semana antes, em 5 de julho, o relatório final do inquérito havia sido enviado ao STF.
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Em outro episódio, um macaco de pelúcia azul foi deixado no limpador traseiro do carro de Shor, estacionado em frente à sua casa, em Brasília. No mesmo dia, a filha de 16 anos de Eustáquio divulgou uma imagem de um documento oficial do delegado.
Envolvimento direto de Marcos do Val
De acordo com a investigação, o senador Marcos do Val elaborou uma planilha contendo informações sobre operações conduzidas por Fabio Shor. Em junho de 2023, publicou que possuía uma lista com os nomes de policiais supostamente ligados ao ministro Alexandre de Moraes.
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“A riqueza de detalhes que possuímos sobre cada membro da PF que contribuiu com ações ilegais é impressionante”, escreveu o parlamentar em publicação feita à época.
O senador também compartilhou o vídeo de uma criança de seis anos — filho de Eustáquio — relatando medo durante uma operação policial.
Bloqueio da rede X e novos desdobramentos
Diante da gravidade dos ataques e da recusa da plataforma X (antigo Twitter) em remover conteúdos ofensivos, o ministro Alexandre de Moraes determinou, em 30 de agosto de 2024, a suspensão do funcionamento da rede no Brasil.
A delegada Denisse Ribeiro Dias, que atuou antes de Shor, também relatou ter recebido e-mails intimidatórios e até uma proposta de US$ 5 milhões para fornecer informações sigilosas sobre uma operação que supostamente atingiria Moraes.
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