Política
Alexandre de Moraes compartilha com CGU provas de investigações contra Bolsonaro e aliados
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CGU recebe de Alexandre de Moraes provas de investigações contra Bolsonaro e aliados
Em decisão recente, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, deu sinal verde para o compartilhamento de provas com a Controladoria-Geral da União (CGU) do governo Lula. Este movimento se dá no contexto de investigações que miram o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e seus aliados. A ação do STF acontece em um momento onde o papel do tribunal e suas decisões têm sido motivo de debate intenso e crítico.
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A CGU procurou o STF com o intuito de acessar informações detalhadas das investigações em andamento. O foco da Controladoria é investigar possíveis condutas impróprias de servidores públicos nesses casos ligados a Bolsonaro. Esta iniciativa levanta questionamentos sobre a atuação de órgãos governamentais em investigações politicamente sensíveis.
Avaliação de Condutas de Agentes Públicos
A CGU emitiu uma declaração enfatizando que, caso seja comprovado o envolvimento de agentes públicos federais, estes podem ter violado deveres e proibições estabelecidos pela Lei n.° 8.112/90, além de outras normas. Isso poderia resultar em sanções disciplinares severas. A postura da CGU reforça o olhar crítico sobre a administração atual e a conduta de seus servidores.
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Alexandre de Moraes, por sua vez, estabeleceu limites no compartilhamento das provas, excluindo quaisquer dados que possam afetar as investigações ainda em andamento.
Agora, a CGU terá acesso a dados de diversos inquéritos, incluindo:
- Inquérito sobre ‘milícias digitais antidemocráticas’;
- Inquérito que investiga vazamento de dados de operações sigilosas;
- Inquérito dos atos de 8 de janeiro de 2023;
- Inquérito das Fake News;
- Inquérito sobre suposta interferência da PRF nas eleições de 2022;
- Inquérito sobre adulteração de cartões de vacina de Bolsonaro e aliados;
- Inquérito sobre a entrada de joias doadas pela Arábia Saudita e as tentativas de reavê-las;
- Inquérito sobre a utilização indevida da ABIN.
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