Política
Lula assina decretos polêmicos para transformar Estatais
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Lula assina medidas para reestruturar Estatais
Com um déficit sem precedentes, o presidente Lula optou por uma manobra ousada: a assinatura de três decretos destinados a remodelar o panorama das estatais brasileiras. Em uma segunda-feira decisiva, Lula e a ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck, desenrolaram planos ambiciosos para socorrer as companhias estatais em desequilíbrio financeiro, buscando mitigar sua dependência dos cofres públicos.
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Durante uma reunião envolvendo os representantes de 17 ministérios, a administração atual avaliou minuciosamente o cenário atual das empresas governamentais. A primeira discussão sobre o assunto ocorreu ainda no final do último novembro, marcando a sequência de encontros como parte de uma agenda de reformas.
O principal entre os decretos assinados pelo chefe de Estado institui o Programa de Governança e Modernização das Empresas Estatais, apelidado de Inova. Este programa promete não só um impulso para o desenvolvimento sustentável e a eficiência econômica, mas também uma reorganização que visa a fortalecer a soberania nacional e ampliar a pesquisa e inovação no setor estatal.
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As diretrizes de Inova serão implementadas através de acordos de cooperação técnica, possibilitando estudos sobre governança, modelagem de negócios e inovação em gestão. A ministra Dweck ressaltou a importância estratégica das estatais e a necessidade de transformá-las em entidades sustentáveis e geradoras de receita, apontando um futuro onde inovação e resolução de problemas caminham juntas.
Esta jogada de Lula surge em um momento crítico, onde o déficit primário das estatais disparou para R$ 7,76 bilhões de janeiro a outubro de 2024, marcando o maior índice desde 2002, conforme dados do Banco Central. Esse montante é quase três vezes o déficit registrado no período homólogo do ano anterior, trazendo à tona discussões sobre a eficácia da gestão atual em comparação com a administração precedente.
Entre as muitas questões levantadas, o futuro dos Correios e seu prejuízo acumulado de R$ 2 bilhões nos primeiros nove meses do ano se destaca como um dos principais desafios, em meio a rumores de mudanças no comando e discussões sobre legados de gestões passadas.
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