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Política

Bolsonaro saiu do poder mas segue incomodando, saiba o que a associação de índios pretende fazer agora

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Bolsonaro - Foto Reprodução do Twitter
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A perseguição parece não ter fim contra Jair Bolsonaro, afinal agora a Associação dos Povos Indígenas do Brasil quer responsabilizar o ex-presidente pela crise Yanomami. Em resumo, a solicitação foi realizada na Procuradoria-Geral da República (PGR) e recai sobre Bolsonaro, a senadora Damaris Alves e o ex-dirigente da  Funai.

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Ademais, a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) já formalizou um pedido a Procuradoria-Geral da República (PGR) solicitando a instauração de um inquérito. O objetivo seria para investigar supostas condutas omissivas, e supostos crimes de genocídio e de improbidade administrativa de Jair Bolsonaro.

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A solicitação da Associação sugere que Bolsonaro foi omisso 

Vale informar, que no famigerado pedido, a Apib afirma que o governo de Jair Bolsonaro foi omisso em relação ao povo Yanomami. Além disso, destacou que desde 2019, profissionais que trabalham na área da saúde denunciavam a situação à Funai, contudo não houve providências.

Vale ressaltar que as denúncias, no documento que foi enviado a PGR recaem sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro, a senadora Damares Alves, o ex-dirigente da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), Marcelo Augusto Xavier da Silva e o ex-secretário especial de Saúde Indígena Robson Santos da Silva. A perseguição implacável acusa suposto genocídio contra as comunidades Yanomamis.

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O coordenador jurídico da Apib, Maurício Terena, explicou que “houve uma flagrante omissão por parte desses agentes públicos em dar resposta ao povo Yanomami. Nesse documento, a gente elenca os direitos fundamentais dos povos indígenas que foram violados e também os direitos humanos que foram cerceados”. Disse o coordenador. 

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