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Política

Moraes se Revolta com Informação Vazada de Dentro do TSE

Moraes se Revolta com Informação Vazada de Dentro do TSE
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Vazamento no TSE: Moraes se Revolta com Informação Divulgada

Uma reportagem do UOL revelou informações chocantes sobre o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Segundo a matéria, a chance de reverter a condenação de Jair Bolsonaro e habilitá-lo para a disputa presidencial de 2026 é praticamente nula, conforme a avaliação de ministros do TSE. Esses ministros, que pediram anonimato ao UOL, afirmaram que a estratégia adotada pelos advogados de Bolsonaro enterrou a possibilidade de o ex-presidente concorrer em breve.

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Não existe mais brecha para a defesa entrar com recurso contra a condenação no TSE. Os advogados de Bolsonaro tinham duas opções: continuar recorrendo à corte eleitoral com embargos de declaração, sem apelar ao Supremo Tribunal Federal (STF). Mesmo que os pedidos fossem negados, o processo permaneceria vivo no tribunal por algum tempo, até que a composição do plenário fosse mais favorável ao ex-presidente.

Nas eleições de 2026, a presidência do TSE será ocupada pelo ministro Kassio Nunes Marques, com André Mendonça como vice, ambos escolhidos por Bolsonaro para compor o STF. No entanto, a defesa do ex-presidente optou por recorrer logo ao Supremo, eliminando a possibilidade de questionar as condenações no TSE.

Quem não gostou nada do vazamento da reportagem do UOL foi o ministro Alexandre de Moraes, presidente do TSE. Moraes fez questão de enviar uma nota ao UOL criticando a reportagem e afirmando que se trata de uma matéria mentirosa. “Sob o manto do sigilo de fonte, a jornalista inventou fatos e versões”, diz a nota.

“Infelizmente, ao haver esse tipo de publicação em veículo de relevância nacional como o UOL, constata-se que as fake news e notícias fraudulentas não ficam restritas apenas às redes sociais. Não há democracia sem uma imprensa forte, consciente e responsável. Essa responsabilidade, portanto, deve ser exercida diuturnamente e incansavelmente por todos os profissionais da imprensa”, finaliza a nota.

A verdade é que Bolsonaro já foi condenado em três julgamentos diferentes. A pena aplicada foi uma só: inelegibilidade pelo período de oito anos. Mesmo assim, o ex-presidente continua firme em defesa do país e lutando contra a inelegibilidade.

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